▶AVISO: Antes de Você Pensar em Abrir Seu Próprio Negócio, Leia Isto◀
Não podemos negar que o Covid-19 é uma grande tragédia que o mundo está passando. Em breve, voltaremos a vida normal, esse mal será extinto e o mundo vai, aos poucos, voltar ao seu ritmo normal e manter o crescimento necessário.
O varejo, que movimenta a economia mundial, está na expectativa de acabar logo esse momento para retomar seu crescimento, entretanto, o varejo digital tem crescido nesse cenário de pandemia.
Como Geraldo Rufino diz, “nas crises, o dinheiro não para de circular, ele apenas muda de mãos” e ele está certo.
Está circulando fotos de lanchonetes, que antes viviam lotadas de consumidores, hoje, lotados de motoristas de aplicativo de entrega.
Estudos mostram que o E-commerce, nesse período cresceu quase 40% em vendas. Se você ainda não tem um e-commerce, só podemos lamentar, pois está perdendo um enorme potencial de vendas.
O que é e-commerce?
A Social Content, empresa dos meus amigos e parceiros Renê Manzano e Marcelo Garcia, fez um estudo e descobriu que essa é uma das palavras mais buscadas no Google.
Se em pleno mês de Abril de 2020, um empresário ainda não sabe o que é uma loja virtual, devemos lamentar mais uma vez, pois ele está perdendo mais dinheiro do que se imagina.
De uma forma simples eu vou explicar o que é e-commerce: Trata-se de uma plataforma digital em que as empresas disponibilizam seus produtos para vendas, entretanto, tem um porém interessante: capilaridade!
A conta é simples. Se você tem uma loja no shopping. Quem compra na sua loja? Pessoas que passam no shopping, obviamente. E essas pessoas são de onde? Ou moram ou trabalham perto do shopping.
Você consegue imaginar uma pessoa rodar 40 km para ir até a sua loja? Consegue imaginar uma pessoa atravessar a cidade para comprar uma blusa? Tem quem faça, sim, mas você mantém a sua loja com lucro baseado apenas nesse público?
O e-commerce faz com que você possa vender uma blusa para o Japão, uma calça para Londres ou um tênis para uma pessoa que more a 40 km da sua loja. E de uma maneira simples, rápida e fácil!
“E-commerce dá dor de cabeça…”
Por causa dessa visão, o pequeno e médio empresário não olham com carinho o digital como uma unidade de negócio, pois acreditam que e-commerce dá trabalho.
Bem, quem ganha dinheiro sem trabalhar é politico!
O pequeno, médio e grande empresário só ganha dinheiro se trabalhar, e muito, do contrário, outras empresas acabam engolindo seu negócio.
Quando você abriu sua loja, sua mecânica, seu escritório de advocacia, você teve medo de que isso desse muito trabalho? Eu aposto que não, afinal, abrir o próprio negócio está entre os sonhos de qualquer brasileiro, e parabéns se você tem o seu próprio negócio, agora está na hora de expandir.
O digital não veio apenas para que você fique vendo a vida das pessoas via Facebook ou Instagram. O digital é um universo de relacionamento e negócios. Pense nisso com carinho!
Fica a dica, pois se você não está pensando, a sua concorrência está, ainda mais nesse complicado momento de Covid-19 que estamos vivendo, o e-commerce não é a única saída do varejo, mas é a mais rápida para que os impactos financeiros sejam amenizados.
Eles virão, sem dúvida, mas ao menos tem uma operação para vender. Ou deveria ter, não?
O que o e-commerce agrega?
Sendo muito simplista nessa resposta, é a capilaridade já explicada. Em um 2o momento é uma nova unidade de negócios da sua empresa.
Não importa se você é um mega varejista como a Lojas Americanas ou tem apenas uma loja de rua, você pode ampliar seu faturamento com uma loja virtual, não é fácil, mas também não é tão mais complexo do que administrar a sua empresa, seja pequena, média ou grande.
Muitos e-commerces no Brasil não passam dos 10 mil reais de faturamento no mês, o que acaba sendo prejuízo para a empresa.
Tem taxa do meio de pagamento e plataforma, precisa ter um time de gestão, call center, criação, precisa investir em mídia, precisa ter uma agência de performance, tem ferramenta de disparo de email marketing, tem a ferramenta de recuperação de carrino. Tudo é custo e nem sempre o e-commerce fatura para pagar isso.
Tem também, o lado de construção de marca, que ajuda a vender tanto quando as campanhas no Google.
Ufa! É investimento, mas sendo bem feito, o retorno vem, ou não teria tanta marca com e-commerce, até a Unilever, que vende produtos que compramos no supermercado da esquina, tem sua unidade de e-commerce, para cuidar de lojas online, a começar de um focado no B2B.
E-commerce é para mim?
Se não é para você, pode ter certeza que é para a concorrência!
O Pão de Açúcar foi pioneiro na criação de uma loja virtual, colhe os frutos hoje. Em época de pandemia, alguns supermercados estão apelando para o WhatsApp para fazer suas vendas, resultado deve dar, mas com uma plataforma daria muito mais, ainda mais com Rappi como parceiro.
Tem uma empresa de moda, com mais de 200 lojas em Shoppings apelando para o mesmo canal. Pode dar resultados, mas nos comentários nas Redes Sociais estão sendo taxados como antigos.
Sabe o que significa, em vendas, a percepção do seu consumidor de que você é antigo? Em um mundo que a tecnologia e a inovação regem os negócios?
E como eu monto um e-commerce?
Existem muitos fornecedores, mas o caminho para ter uma loja virtual é o mesmo. Comece pelo plano de negócios.
Saiba onde você está e para onde você vai! Depois crie um plano de marketing, o que não significa apenas mídia. Se baseie nos 4Ps do Kotler, (Produto. Preço, Praça e Promoção) que ficará mais fácil para montar isso. Promoção é a mídia, mas o marketing não é só mídia. Nesse plano tenha claro outros pontos como: Público, mercado, concorrência e posicionamento.
Na sequência, pense nos fornecedores. A plataforma mais barata não é a melhor escolha. A plataforma que traz mais tecnologia, tende a ter uma conversão maior, ou seja, no curto prazo, a mais barata vale a pena, no médio e longo ela faz você perder muito dinheiro.
Meio de pagamento com as melhores taxas e com antifraude junto, mas cuidado para essas empresas não barrarem muitas compras. As vezes, 50% das compras são barrada e é muito dinheiro na mesa!
Contrate uma empresa parceira para fazer as campanhas de performance, mas tenha criação interna. Mais ágil. Por fim, contrate uma pessoa para reger essa orquestra que conheça dos caminhos do e-commerce.
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