A Engenharia e seus Desafios no Sec.XXI
Prezados colegas, nesses últimos meses do ano de 2020, o nosso País passa por uma pandemia da COVID 19 de proporções catastróficas como, também, de elevados agravamentos políticos partidários inconsequentes, irracionais e desgastantes agravando a situação socioeconômica com efeitos prejudiciais em diversas áreas, em especial, na educação que, por conseguinte, afeta a sociedade em todos os seus segmentos. No que tange ao mercado de trabalho, a diminuição da oferta de trabalho em todos os seus setores.
Assim, com respeito às todas valorosas profissões, atrevo-me a focar o tema nas áreas da engenharia. Isto posto, creio, urge a necessidade de repensar os rumos desta arte de tornar sonhos em realidade e facilitar condições de vida saudáveis à sociedade, como um todo.
Que todos os partícipes desta “empreitada” sejam conscientes protagonistas de uma tecnologia que facilite o processo de desenvolvimento da criatividade inovadora, fundamentada nos valores de cada profissional que, recursados em processos metodológicos, se faça possível no aprender, fazer e ser em todo os seus círculos de convivências.
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Essa postura socioeducativo e tecnológico insistente não implica em divisões de pessoas e/ou de grupos, mas, diante da crise de nosso país enfrenta, o momento exige união de todos sob a égide da ética com responsabilidade conjunta fortalecendo e constituindo uma “cruzada” de Instituições de Ensino, Entidades de Classe, Governo e Indústria consolidando a cultura do compromisso de todos que se consagram engenheiros, tecnólogos e técnicos
Destarte, balizados em proeminente pensamento sociocultural e tecnológica coesos nos avanços da boa-fé e, ainda, reconhecendo a sua missão, ou melhor, seu privilégio da conscientização de seu papel nas ciências e tecnologia, dispormo-nos a agregar valores profissionais contributivos a engenharia, moderna, atualizada e soberana nos desafios de sua ilimitada atribuição socioeconômico e tecnológica a soberania brasileira.
“(...) o engenheiro pensa o mundo justo, mundo que nenhum véu encobre.” (João C. Melo Neto, 1994)
Lifelong Learner | Lawyer | Mediator | Legal Engineer | Lecturer | Scientific Researcher
3 aPrezado Prof. Fujimoto, vê-lo expor suas razões sobre questões construtivistas-progressistas embasadas em pilares humanitários é sempre uma reverência à arte do aprender, sobretudo quando direcionadas em prol do desenvolvimento econômico e intelectual. Se me permite, gostaria de estabelecer uma ponte com dois outros grandes pensadores: "Um fator precioso para o ser humano é a disposição de estudar e aprender, ato este muito mais importante do que o de obter fama e riqueza. Por mais que uma pessoa seja famosa, ela não é digna de respeito se não possui essa disposição. Continuar estudando ao longo do curso da vida – eis a atitude de uma pessoa respeitável." (IKEDA, Daisaku. In "365 Dias", p. 62). “Character is like a tree and reputation like a shadow. The shadow is what we think of it; the tree is the real thing” (By Abraham Lincoln, citado no artigo “Lincoln’s Imagination”, in Scribner’s Monthly, August 1879, p. 586). O ser humano, pensado como uma árvore que pode se desenvolver e frutificar, há de lançar no mundo a essência de sua seiva, em processo perene de renovação do saber e inovadora criação como produto do conhecimento, posto em prática em um mundo coletivo que está em estado de contínuo desenvolvimento.