O que significa DECIDOLOGIA na prática dos negócios?
O que significa DECIDOLOGIA na prática dos negócios?
AC/DC – AUTO-CONHECIMENTO PARA DECISÕES CONSCIENTES
Cada um de nós toma 18 mil decisões em horário de trabalho, 66% delas tendem a não atingir o melhor resultado possível. (“pesquisa Harvard Business School”).
O mundo empresarial e corporativo ainda não se sensibilizou para o poder do autoconhecimento nos resultados dos negócios ou não entendeu como esse conhecimento funciona na prática do dia a dia. Aliás, a humanidade ainda não descobriu esse poder invisível de plenitude e felicidade, equivocadamente tratado exclusivamente como “terapia ou coach comportamental”, que, fazem parte do processo, mas não definem a grandeza do tema. Confundimos autoconhecimento com o medo de expor nossas vidas no ambiente profissional, e por isso também fugimos desse tema, embora muitos já reconhecem sua fundamental importância em todas as áreas das empresas. É preciso entender que o autoconhecimento é a base, o meio e o fim.
Só ainda não entendemos o “como” incluir AC/DC em nossas decisões diárias.
É preciso ter um método, um processo para olhar para a lógica, a ciência, a matemática por trás dos algoritmos das decisões que tomamos. É preciso uma ferramenta poderosa de produção de decisões “extra-ordinárias”, que são a base para eliminar desperdícios e sofrimentos do nosso mundo. É urgente uma visão extremamente prática para esta ferramenta tão poderosa e ignorada no mundo dos negócios como se não fossem humanos aqueles que decidem o destino do negócio.
DECIDOLOGIA é um forma pragmática, poderosa e lógica para traduzir e transformar AUTOCONHECIMENTO em ALTA PERFORMANCE nas decisões que movem os negócios.
Autoconhecimento é a base cultura de decisões prósperas de um negócio e, portanto, dos seres humanos que o criam a cada dia. Autoconhecimento não é sobre mudar o que já aconteceu, mas sim entender a influência do passado no agora, aceitar a nossa história para potencializar a cura do presente.
É ter consciência do Pensar, Sentir e Agir.
É ir muito além, é Decidir pelo cuidar, evoluir e prosperar!
E por onde tudo se inicia?
Simplesmente 1 DECISÃO:
Confiar com um SIM, sem medo!
Uma DECISÃO começa pelo “QUEM” para seguir em direção ao PORQUÊ, COMO, O QUE, QUANDO e ONDE. Não é sobre um propósito no futuro, mas sobre “quem” define o propósito no presente. Se não sei “quem” decide, “quem” lidera as decisões como posso garantir a realização do “porquê” e do “como”...etc
Escolhemos os LÍDERES pelas suas capacidades de tomar decisões que vem dos seus conhecimentos. Mas quem comanda o LIDER em sua mente?
Seus medos invisíveis ou sua consciência?
Escolhemos os líderes pelos seu Conhecimento e Experiência...
mas será que estamos realmente olhando para a totalidade dos seus 5 conhecimentos?
Quais são os poderes de um LÍDER DECIDOLOGISTA?
5 erros em tomadas de decisões nas empresas
1 - Demora para decidir – falta de confiança e propósito
2 – Decidir no combo emocional (pensamento limitante + emoção)
3 – Falta de Conhecimento – visão dos 5 acima descrito
4 – Prisão na Matrix do medo - aversão ao risco
5 - Vieses da realidade (falta de liberdade do passado em excesso)
A visão de sucesso financeiro das organizacionais precisa de uma INVERSÃO de lógica.
· Eu não busco ansiosamente o sucesso para encontrar felicidade passageira.
· Eu aciono o Poder interno da plenitude para deixar vir o Sucesso externo com prosperidade.
· Eu não espero resultados para confiar, eu confio que posso desenvolver resultados cada vez maiores.
· Eu não penso que sou livre para sair fazendo sem saber direito onde vou chegar, eu me liberto dos medos para decidir estar onde desejo chegar.
Um forma pragmática direta e reta de trazer o autoconhecimento para os processos decisórios cotidianos aqui e agora.
Uma cultura de decisões eficientes contém os valores, a missão e o propósito que a empresa/lideres realmente deseja intencionalmente (não a que “diz que deseja”).
Uma cultura de decisões não é a prática que fica gravada nas paredes em eventos de finais de semana e nem somente nos comentários do corredor.
É uma cultura que permanece viva na mente e no coração, é aplicada na prática de cada decisão, ou seja, na decisão de se comunicar, de se relacionar, de comprar ou vender, de criar ou corrigir, de dizer sim sem medo e não sem culpa, e permanece ativa na prática do dia a dia dos negócios, dos projetos e das decisões empresariais e organizacionais.
Durante mais de 30 anos no mundo financeiro sempre tive essa curiosidade, esse desejo de criar algo que pudesse responder de forma eficiente a essa necessidade, para mim, tão explícita, tão carente dos humanos e, portanto, das organizações.
A partir de anos de observações, estudos, pesquisas e muita inspiração que chega até mim, criei a arte da Decidologia – O laboratório de decisões humanas - o palco para exercer a arte de DECIDIR e nos tornarmos Decidologistas.
Basicamente é mergulhar na lógica das decisões e entender profundamente todas as suas variáveis sempre evoluindo para níveis maiores de consciência e eficiência.
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Não é sobre ter uma visão 100% completa de tudo mas sobre expandir a cada dia a nossa visão limitada e muitas vezes restrita que temos sobre como decidimos.
Existe muito conhecimento já disponível para realizarmos esse trabalho, mas muito pouco desse conhecimento é utilizado nas organizações por falta de um método, por falta de uma forma que converse com os profissionais; e que não sejam um trabalho somente comportamental e passageiro, mas que funcione na raiz de como as decisões acontecem para gerar naturalmente comportamentos de alta performance.
Esse trabalho é fruto de muitas entidades, leituras, pesquisas, observações, falas e experiências no mundo pessoal e corporativo, combinado de uma forma direta, lógica e objetiva, para prática do dia a dia. Com o olhar de engenheiro das telas, nos últimos 30 anos, fui coletando tintas e criando um quadro matemático em um laboratório de testes e reflexões, de forma totalmente consciente do trabalho a ser realizado.
Ser um Decidologista é a minha maior paixão, basicamente porque quando entendo a decisão, decido pela prosperidade, pela saúde, pela felicidade, de uma forma clara, direta e justa. Quando erro e quando falho, ainda assim tenho o poder de decidir diferente, sem ficar preso nas questões da resistência invisível que vem de uma Matrix de significados do que passou, implantada por trás de todos os processos decisórios.
O trabalho é feito em etapas onde vamos retificando, criando o poder de confiar, o poder da atenção e da presença e nos libertando das questões que enviesam e distorcem as decisões para um cenário interno de profunda criatividade, de um poder abundante de para criar novas habilidades que geram prosperidade sustentabilidade, igualdade, fraternidade e tudo aquilo que a gente tanto sonha e deseja.
Mas não é um trabalho de um fim de semana, é um trabalho de uma cultura que evolui no tempo, a cada respiração, a cada reflexão, é um trabalho que se torna uma grande ferramenta para todo colaborador, para todo líder, para todo diretor, para todo CEO, é um uma ferramenta de trabalho se enraíza como uma cultura do processo mental conectado ao processo intuitivo, o tempo todo, de forma direta, objetiva e eficiente.
Continuaremos errando mas teremos consciência de quem erra é a nossa ignorância e a partir desta simples constatação não nos perdemos em uma guerra de culpas ou desculpas e simplesmente trazemos mais conhecimento e seguimos rumo à excelência.
A distância entre um mundo doente e o mundo saudável, entre uma empresa limitada e uma empresa abundante é a prática das decisões e os resultados que elas promovem.
Tão simples, tão claro, tão quase impossível de aceitar!
A prática das decisões transforma o mundo porque são nossas decisões que criam ou interferem no mundo.
Nem sempre temos o controle do externo, mas podemos controlar o interno para regenerar o externo.
Podemos perceber a fonte infinita da inteligência humana quando está conectada ao bom, ao belo e ao justo, o que chamo de confiança, presença e liberdade, ou seja, o Amor em Movimento. O amor da inteligência prática em cada decisão. O amor não romântico, mas o amor da saúde e do respeito, da ética, o amor da resiliência pelo cuidar, do poder e da força, o amor da criação, da criatividade, de saber usar as ferramentas tecnológicas para o bem humano, o amor que gera empregos, saúde, relacionamentos saudáveis e prosperidade financeira, saúde física na simples “liberdade de escolhas”. O amor que une, não separa, que aceita e não rejeita, que entrega e não foge. O amor do “ownership”, da cultura de dono do nosso trabalho a ser feito, o amor da responsabilidade, o amor da compaixão, da empatia, da comunicação não violenta ou melhor da comunicação amorosa, o amor da convivência em sociedade, o amor da unidade.
O mundo é matemático e muitas vezes não percebemos toda a matemática por trás da nossa espiritualidade não a matemática de 1 + 1 mas a matemática da lógica do direcionamento claro e explícito, a matemática da não dúvida, a matemática de uma experiência real e concreta. É refletir sobre nossas decisões em casa, na mesa, na cama, no escritório, no parque, na rua, na casinha de sapé, no palácio ou na fazenda.
Em todos esses lugares reina o poder humano de transformação, o poder abundante de cura, que só acontece a partir das nossas decisões.
São nossas decisões e não as condições externas que nos levarão ao destino desejado - pois as condições externas existem muitas vezes criadas por más decisões internas. Ainda assim quando as condições externas são adversas, independente de quem foi a responsabilidade, a forma como de decidimos agir com relação a isso depende de nós.
Criamos um mundo de acordo com a nossa realidade interna e se decidimos ter uma realidade interna tóxica, matematicamente falando, criaremos um mundo tóxico. Matematicamente falando o nosso humor depende do nosso amor. Matematicamente falando eliminamos a violência quando não somos violentos dentro de nós, criamos empatia quando conhecemos a nós mesmos e temos a qualidade soberana do perdão, pela nossa humanidade a nossa identidade maior de poder transformar as personalidades e as decisões que não funcionam para mim, para você e para o planeta.
No laboratório de decisões discutimos tudo isso a cada encontro, as pessoas se abrem e se tornam mais abundantes, sábias simplesmente pela desconstrução das ilusões que elas carregam de si mesmas; pois toda sabedoria já é e já existe dentro de cada um, toda felicidade já está disponível, o que precisamos é inverter o processo da infinita e cansativa busca para ser alguém e assumirmos de fato o poder de ser alguém que sabe tomar decisões.
Mas então como um DECIDOLOGISTA pratica o autoconhecimento?
Tudo se inicia pela DECISÃO de praticar 7 poderes:
1. OBSERVAR-SE SEM JULGAR, DE CRIAR CURIOSIDADE PARA “RE-CONHECER” QUEM “EU SOU” (ESSÊNCIA REAL) E QUEM “EU NÃO SOU” (IMAGENS DO PASSADO)
2. RECONHECER O PROPÓSITO, INTERNO E EXTERNO,
3. ENTENDER DE ONDE VEM NOSSAS DESCONFIANÇAS E APRENDER A CONFIAR,
4. PRATICAR A PRESENÇA PARA MANTER A ATENÇÃO PLENA E CRIATIVA,
5. LIBERTAR-SE DA MATRIX DOS DESEJOS PELO SOFRIMENTO,
6. DESENVOLVER NOVAS HABILIDADES DE SE RELACIONAR E TRABALHAR,
7. DES-COBRIR E PROMOVER, CONSCIENTEMENTE, A PROSPERIDADE INERENTE A TODO SER HUMANO
Com isso criamos um “flow” de 3 movimentos para a espiral de prosperidade: Confiança, Presença e Liberdade.
A DECIDOLOGIA aciona os nossos DEEP SKILLS no agora - observar os 3 MOVIMENTOS/ insights para entender e praticar em um momento do dia a a dia:
Seja bem-vindo ao laboratório de decisões seja e torne-se um DECISOLOGISTA.
Boa Prática!
Fernando Manfio - DECIDOLOGISTA
Laboratório de Decisões
11 - 986 968 884